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Com a crescente popularidade da computação em nuvem, o SaaS (Software as a Service), ou software como serviço, ganha destaque como o mais promissor modelo de negócio para a comercialização de software. Após extensas pesquisas sobre o assunto, decidi que este seria o modelo ideal para os produtos desenvolvidos pela iDiv.
A decisão não foi fácil, pois esbarra na análise de muitas questões polêmicas, tais como a necessidade extrema por segurança da informação, política de privacidade, tutela sobre os dados, confiança do mercado na reputação da empresa, dentre outras.
Assimilei muitos bons conceitos, opinados por pessoas em uma ou outra questão abordada, e configurei o que seria mais apropriado utilizar na iDiv. Nesta configuração posso destacar:
- Utilizar uma aplicação na nuvem completa e auto-suficiente para as necessidades do usuário.
- Utilizar interfaces ricas para aproximar-se da experiência que o usuário já possui em suas aplicações para desktop.
- Propor modelos alternativos de armazenamento e tutela de dados para casos em que o cliente não confie colocar seus dados na nuvem.
- Comercializar dois serviços distintos ou combinados: processamento e/ou armazenagem de dados.
- Dispor os serviços de processamento sob a forma de web services, com a adoção da API REST.
- Permitir livre escolha do cliente na implementação da aplicação cliente em REST para os Web Services, feita por ele próprio ou por contratar os serviços da iDiv.
- Adotar fortes recomendações de segurança nos lados cliente e servidor, tais como: uso de certificado digital próprio no servidor, redundância de link no cliente, backups automatizados, datacenters com alta disponibilidade, dentre outras.
Sob esta bandeira, a iDiv irá oferecer software sob demanda para o cliente, permitindo que empresas de qualquer porte utilizem suas aplicações com baixo impacto em seu orçamento de TI. Algo que vem bem a calhar em épocas de recessão globalizada.
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In English
With to growing popularity of the Cloud Computing, the SaaS (Software as a Service) wins prominence as the most promising business model for the software commercialization. After extensive researches on the subject, I decided that this would be the ideal model for the products developed by iDiv.
The decision was not easy, because it dashes in the analysis of many controversial subjects, such as the need it exalts for safety of the information, politics of privacy, data keeping, trust of the market in the reputation of the company, among others.
I assimilated many good concepts, said by people in an or other approached subject, and I configured what would be more appropriate to use in the iDiv. In this configuration I can highlight:
- To use an application in the cloud completes and self-sufficient for the user’s needs.
- To use rich interfaces to approach of the experience that the user already possesses in your applications for desktop.
- To propose alternative models of storage and data keeping for cases in that the customer doesn’t entrust to place your data in the cloud.
- To market two services different or combined: processing and/or storage of data.
- Disposal the processing services under the form of web services, with REST API adoption.
- To allow the customer’s free choice in the application customer’s implementation in REST for the Web Services, done by him own or for hiring the services of the iDiv.
- To adopt strong recommendations of safety in the client and server sides, such as: use of own digital certificate in the server, link redundancy in the client. automated backups, datacenters with high readiness, among others.
Under this flag, the iDiv will offer software on demand for the customer, allowing companies of any load to use your applications with low impact in your IT budget. Something that comes in handy well in times of global recession.
Muito se tem falado atualmente sobre Cloud Computing, ou Computação em Nuvem, cujo termo tem sua autoria ainda desconhecida mas que despertou o interesse de gigantes do e-business como IBM, Microsoft, Dell, Apple, Oracle, SalesForce e Amazon. No Brasil e no mundo, grandes players já disponibilizam parte de seus datacenters para fornecer serviços voltados para a Computação em Nuvem.
Mas o que é a nuvem onde se baseia essa computação? Que inovação tecnológica está ocorrendo diante de nossos olhos que ainda não percebemos? Por que o mercado está se alvoroçando tanto diante deste conceito? Vejamos.
A nuvem nada mais é do que a própria Internet, a grande rede mundial, geralmente representada por uma nuvem nos diagramas que modelam redes de computadores. Até aqui nada de novo.
Com os recentes avanços na disponibilidade de datacenters com capacidade de armazenamento e processamento cada vez maiores, maior alcance da banda larga e barateamento e popularização de equipamentos de acesso à Internet, seja por meio de computadores desktops, laptops e ultra-portáteis, tais como PDA´s e Smartphones, a computação em nuvem se tornou amplamente acessível a todos, mesmo sem se darem conta disso.
Basta ter um mecanismo básico de acesso à Internet, com tela, teclado, mouse ou tela sensível ao toque, que a computação em nuvem pode ser alcançada. Novamente, até aqui nada de novo, com exceção dos mais recentes smartphones que fazem sucesso no mercado.
Concluímos então que, em termos de inovação tecnológica, a computação em nuvem não apresenta quase nada de novidade. Está tudo ao nosso dispor já há algum tempo. Então, porque o mercado se alvoroça tanto em torno do assunto ao ponto de despertar o interesse de mega-corporações do setor?
Por incrível que pareça tudo isso tem a ver com a crise financeira global e a necessidade que as corporações estão tendo de reduzir custos de TI. Senão, vejamos.
Montar uma infra-estrutura de TI decente tem um alto custo que vai além da aquisição de hardware e licenças de software. Manter profissionais bem qualificados para dar suporte ao seu funcionamento também custa caro. Empresas que já investiram pesado em infra-estrutura, vislumbrando acomodar seu crescimento no futuro, deram-se conta de que a ociosidade computacional de seus datacenters inpacta diretamente em seu custo operacional. A saída para elas tem sido vender, sob demanda, parte de seu excedente computacional, tornando assim acessível para outras organizações usufruir de toda uma infra-estrutura avançada sem demandar vultosos investimentos.
Parece que a oportunidade de alugar um datacenter, ao invés de equipar um, vem bem a calhar em épocas de recessão, não acha? O mercado há muito tempo sabia do potencial de se usar a Internet (a nuvem) como repositório de dados e mecanismo de processamento, porém não era chegado o momento certo de se incentivar isso. Poderosos interesses econômicos estavam em jogo e ninguém gostaria de marcar um gol contra.
Agora o momento econômico mudou. Está em curso uma nova quebra de paradigma na forma como o software é comercializado (falarei sobre isto num futuro post). O importante é saber que o fluxo financeiro para investimentos de TI irá em grande parte para a nuvem, graças aos esforços de marketing, que está dando conta de divulgar essa história toda, disfarçando-a sob o manto de inovação tecnológica.
Mas isso não importa. Mesmo num mercado em crise as oportunidades estão escancaradas. Opinando sobre a computação em nuvem, Daryl C. Plummer, vice-presidente do Gartner Group, afirmou:
“O que realmente significa é que alguém vai assumir a responsabilidade de entregar algumas funções de TI como serviços para alguns clientes e eles não precisam saber como funciona, eles simplesmente usarão”.
Deixará você as questões tecnológicas um pouco à parte e pegará carona no marketing? Agora é um bom momento para a começar a pensar (e agir) a respeito.
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