Não há nada mais traumatizante do que o processo de portar uma base de dados legada para um novo sistema de gestão na empresa. Principalmente quando o esquema de banco de dados original foi mal formulado.
Desde que começamos o processo de implantação dos módulos do Protheus na Vertical Engenharia, o calcanhar de Aquiles de todo o processo sempre foi utilizar a base de dados legada. Inúmeros problemas com a importação dos dados vieram à tona, desde a necessidade de se higienizar os dados na origem, até a falta de registros importantes em tabelas que deveriam referenciar dados cruzados.
Em minha opinião, a máxima “cada um no seu quadrado” deveria ser seguida ao pé da letra quando o assunto é portabilidade de dados. Em um novo sistema de gestão, é muito melhor começar do zero do que importar dados. Chega-se ao resultado final mais rapidamente e com muito maior consistência.
O que fazer então com os dados legados? Simples: continue a utilizar o sistema antigo como arquivo-morto. Se o problema for o custo de manutenção do sistema, dê preferência a gerir sua base de dados diretamente com as ferramentas de seu SGBD e crie relatórios com ferramentas apropriadas, tal como o Crystal Reports, por exemplo.
Como nem tudo são flores nesta segunda opção, é claro que isso exigirá ter na equipe pelo menos um usuário-desenvolvedor. Ainda assim, considero uma boa estratégia para se conseguir resultados imediatos e satisfatórios, numa excelente relação entre sistema legado versus novo sistema.
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In English
There is not anything more traumatic than the process of carrying a legacy database for a new administration system in the company. Mainly when the original database schema was badly formulated.
Since we began the process of implantation of the modules of Protheus ERP in the Vertical Engineering, the Achilles‘ heel of whole the process always went to use the legacy database. Countless problems with the import of the data came to up, from the need of data cleanning in the origin, until the lack of important registrations in tables that would owe referral cross data.
In my opinion, the popular dictates ” each one in your square ” should be proceeded literally when the subject is data portability. In a new administration system, it is very better to begin of the zero of what to import data. It is arrived more quickly to the final result and with very larger consistence.
What to do then with the legacy data? Simple: continue to use the old system as file-dead. If the problem goes the cost of maintenance of the system, give preference to manage your database directly with the tools of your DBMS and create reports with appropriate tools, like as Crystal Reports, for example.
As nor everything is flowers in this second option, of course that will demand to have in the team a developer user. Nevertheless, I consider a good strategy to get immediate and satisfactory results, in an excellent relationship among system delegated versus new system.
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